
Autodefesa de quê? Porque deveríamos nos defender? Na verdade, nós mesmos é que criamos os processos energéticos que nos acompanham. Nossos pensamentos criam realidades que acabam por materializar-se em nossas vidas. Nesta ou nas vidas anteriores, nossas atitudes e nossas crenças são os principais responsáveis pelo tamanho da mala que carregamos.
Então, em primeiro lugar, precisamos fazer um choque de realidade. Precisamos nos encarar, aceitar sem máscaras a forma como temos conduzido nossas vidas, para então, com coragem, fazer as modificações que irão ser a base forte de nossa felicidade.
Aquele que vive a verdade, sem os meandros das conveniências, está protegido, está bem acompanhado espiritualmente.
No âmbito energético, semelhante atrai semelhante, ou seja, atraímos aquilo que somos.
Isto quer dizer que se alimentamos a positividade através dos nossos pensamentos e ações, por afinidade é isso o que atrairemos. Para exemplificar: pessoas que só falam de desgraças, tendem a ter coisas ruins materializadas em suas vidas, afinal, se é assim que elas vêem o mundo, é essa sua expectativa, e é isso o que terão ao seu redor. Os espíritos que andam com elas também pensam negativamente e se alimentam dessas energias densas do sofrimento, mantendo um círculo vicioso que impede a pessoa de decolar.
Todo o conhecimento sobre si, seu comportamento e seus processos energéticos são fundamentais para que se comece a promover mudanças e para que cada ser vá se constituindo de forma mais positiva.
As técnicas de autodefesa têm muito a contribuir nesse processo de constituição da felicidade porque propiciam um maior autodomínio energético, mas apenas elas não bastam para assegurar a eliminação de energias negativas, pois nós criamos nossa realidade a cada instante.
Que tal aprender como fazer sozinho sua auto-limpeza energética? Todos os dias temos o hábito de tomar banho e, assim também, precisamos aprender a cuidar da nossa energia, ficar com os chacras tinindo, nosso campo energético brilhando e melhorar nossa disposição. Descrevo a seguir uma prática que tem o objetivo de melhorar a higidez do nosso campo bioenergético, promovendo desbloqueios nos chacras, tornando nosso biocampo mais magnético e luminoso. Além disso, a prática do Estado Vibracional nos ajuda na prevenção de possíveis ataques psicoenergéticos de diversas fontes ao elevar instantaneamente nossa vibração.
Podemos praticar esse exercício todos os dias, sendo que o ideal seria uma rotina de 20 vezes ao dia para que os objetivos sejam alcançados. No início, pode parecer difícil, mas com a prática, você vai ver que se torna quase automático alcançar o Estado Vibracional. É uma técnica simples mas muito eficaz, mesmo para quem desconhece as estruturas bioenergéticas que envolvem nossos veículos de manifestação e qualquer pessoa pode praticar o EV. Este exercício tem como grande vantagem o uso exclusivo da nossa vontade sem a necessidade de recursos externos. Aqui vamos treinar o uso da nossa vontade de forma construtiva.
O mais importante é estar comprometido com a saúde de dentro para fora, com a sua própria melhora e autodesenvolvimento. Se precisamos fazer exercícios regulares para cuidar do corpo físico, para o corpo energético não é diferente. Aquilo que não exercitamos atrofia, e pode levar algum tempo para que possamos estar com nossa energia "em forma" novamente. Persistência e força de vontade são qualidades necessárias para a realização de qualquer objetivo na vida. Então, vamos começar nossa academia do bem estar! Tenho certeza que praticando regularmente esse exercício, você vai perceber os benefícios como maior disposição e energia, melhora da saúde em geral e bem estar logo após alcançar o Estado Vibracional. Isso será um grande estímulo para que você continue praticando.
Então, vamos à técnica:
A técnica para instalação do Estado Vibracional, ou da autodefesa energética, em circuito fechado, também chamadatécnica da circulação fechada de energias, é realizada através de 6 manobras básicas:
1 - Fique ereto com os pés afastados. Feche os olhos. Deixe os braços caírem ao longo do corpo (soma) dirija o fluxo da bioenergia pessoal, pela impulsão da vontade, da cabeça até as mãos e os pés. Dê o comando mental para que suas bioenergias desçam do alto da cabeça para tronco e membros. Se você ainda desconhece o significado da bioenergia, não importa. As práticas persistentes demonstram a realidade energética para você. Se não sentir nada nas primeiras tentativas, insista mesmo assim.
2 - traga de volta o fluxo da energia consciencial, através da vontade decidida, dos pés até a cabeça. Identifique então, através das suas vivências autocríticas, a direção do fluxo de energia de baixo para cima, contrário ao fluxo anterior. Leve toda sua atenção ao chacra coronário, no topo de sua cabeça e mantenha o foco pois, a energia se acumula onde está nossa atenção. Concentre o máximo de energia no chacra coronário, no topo de sua cabeça.
3 - após acumular energia no chacra coronário, inverta novamente o fluxo e através da vontade direcionada, faça com que a bioenergia se acumule agora nos plantochacras, os chacras localizados nas solas dos pés. Leve sua atenção para esta região de seu corpo e intencione que o máximo de energias se acumule nestes centros energéticos. Em seguida, inverta novamente a direção das energias e repita estes procedimentos 10 vezes, aproximadamente, sentindo e discriminando o fluxo da energia consciencial varrendo os órgãos do soma, dos plantochacras ao coronochacra e do coronochacra aos plantochacras alternadamente. Assim começam os desbloqueios e compensações da energia consciencial nos centros holochacrais.
4 - Você irá repetir a alternância da direção do fluxo de energia do topo da cabeça até a sola dos pés e vice versa. Aumente gradualmente a velocidade ou o ritmo da impulsão do fluxo da energia consciencial, por intermédio da força da sua vontade decidida, até que a velocidade seja tão intensa que não possa mais perceber a direção das bioenergias.
5 - Você pode também aumentar a intensidade ou o volume do fluxo de energia consciencial, o qual passará a compor circuitos cada vez maiores e mais potentes, por dentro e por fora do corpo humano.
6 - Instale o Estado Vibracional através de sua intenção. Basta dar um comando mental como "Instalar Estado Vibracional". Seu sistema bioenergético é dócil à sua vontade, basta concentrar-se nos movimentos que deseja dar à sua bioenergia. Assim que instalar o EV o fluxo e o circuito fechado desaparecem. Toda a psicosfera energética torna-se acesa, incandescente, luminosa, com a energia consciencial vibrante e magnética. Permaneça assim por alguns instantes e depois cesse o EV.
Durante o exercício pode ser que você sinta alguns incômodos, dores ou coceiras em partes de seu corpo. Em geral, isso pode significar um desbloqueio energético naquela região. Ao final do exercício o incômodo deve ter cessado. Caso tenha conseguido alcançar o estado vibracional, você deverá se sentir diferente em algum nível, seja físico, mental, emocional ou energético. Mas claro, nem sempre conseguimos alcançar o estado vibracional logo de primeira. Conforme praticamos com persistência, vamos evoluindo e adquirindo certamente as habilidades com nosso corpo energético.
Este é um exercício sugerido pela Conscienciologia, ciência que estuda o ser humano dentro do Paradigma Consciencial. Com os estudos da Conscienciologia e da Projeciologia tenho obtido avanços no domínio das bioenergias e no meu processo de auto conhecimento e auto cura. Você também pode encontrar mais exercícios de Projeciologia no tratado de Projeciologia do Prof. Waldo Vieira, 2009 10ª Edição, Editares - Foz do Iguaçu, Paraná.
Você também pode assistir aos vídeos que fazem uma simulação gráfica do EV nos seguintes links:
http://www.youtube.com/watch?v=QkqZvornPwI e http://www.youtube.com/watch?v=Utv6kufYIK8
Consener: Consciências energívora ou Consener é uma consciência intrafísica ou extrafísica ávida por energias conscienciais. O termo Consener é um neologismo da conscienciologia, muito apropriado ao meu ver, uma vez que o termo tradicionalmente empregado no espiritismo e no exoterismo – vampiro – está envolto em uma aura de misticismo e, mais recentemente, de espetáculo cinematográfico.
Processo Energético: Todas as consciências, intrafísicas e extrafísicas, absorvem, processam e exteriorizam energias o tempo todo. As consciência absorvem energias imanente ou energias conscienciais – ECs – e exteriorizam essa última. É um processo normal.
Psicossoma: A consciência se torna energívora devido à extrema carência que sente de certas energias conscienciais, tendo por base desequilíbrios no psicossoma, também conhecido como o corpo das emoções.
Causas: Dentre as causas primárias que levam uma consciência a tornar-se energívora, podemos citar: apedeutismo, bradipsiquismo, ignorância, insciência, materialismo, obtusidade, primarismo, primitivismo, robotização simploriedade subcerebralidade e vegetalismo. [1]
Classificação: Podemos classificar, grosso modo, as consciências energívoras em três tipos.
Tipo 1: Quando consciências intrafísicas, são os homens e mulheres sedutores que tentam envolver outras pessoas no seu charme ou sex apeal e, num extremo oposto, pessoas que provocam ou até mesmo agridem outras para drenarem suas energias. Quando consciências extrafísicas, podem ser, por exemplo parentes que passaram pela morte do corpo físico e que passam a nutrir-se das ECs densas de seus parentes intrafísicos. Exemplificando, André Luiz, relata no livro Evolução em Dois Mundos, o caso de Odília, um mulher que, após a morte do corpo físico, semiconsciente e desequilibrada, passa a vampirizar as energias de Zulmira, uma jovem com quem seu ex-marido, vendo-se viúvo, casou-se.
Tipo 2: São consciências extrafísicas que cronicificaram sua condição de conseneres de tal forma que seus psicossomas adquiriram deformações na forma de apêndices ou adaptações para facilitar o dreno de energias conscienciais. A atuação dessas consciências é muito mais danosa do que as do tipo 1.
Tipo 3: São as consciências que André Luiz chama de Ovoides. Nessa condição a consciência extrafísica fica tão dependente da absorção de ECs que ela se assemelhas a um parasita de morfologia primitiva provido de órgãos por meio dos quais enraíza-se no psicossoma da consciência intrafísica para drenar-lhe continuamente suas ECs, causando-lhe profundo mal estar.
Assédio: A atuação das consciências energívoras, de qualquer tipo, é um assédio (no espiritismo chama-se obsessão) interconsciencial.
Dimensão: As consciências extrafísicas energívoras são habitantes das dimensões crostais ou baratrosféricas.
Locais: Conseneres podem estar em qualquer parte da dimensão intrafísica, sendo mais comuns em hospitais, festas embaladas a álcool e drogras, locais de desastres com pessoas mortas ou feridas, abatedouros, locais de boemias, zonas de prostituição, etc.
Incidência: Segundo Waldo Vieira, a quantidade de conseneres extrafísicas hoje é significativamente maior do que na década de 1950 pois, devido ao processo de reurbanização planetária, conseneres antes presas na baratrosfera, hoje encontram-se errantes.[2]
Atuação: As conseneres extrafísicas atuam intensificando os monideismos e reações patológicas relacionadas a carências da consciência intrafísica, como por exemplo, pessoas viciadas em fumo, álcool ou drogas que, devido a essa atuação, tem muito mais dificuldade de resistir aos hábitos viciantes.
Sintomas: A atuação das consciências energívoras são percebidas na forma de fraquesa, mal estar, enjoo, desânimo, irritações, ansiedade, desejo intenso de ingerir certos tipos de alimentos, tabaco, álcool ou drogas, dores de cabeça ou em alguma região específica do tronco.
Pulmões: Os pulmões são os órgãos mais frequentemente e mais intensamente drenados por conseneres. Câncer nos pulmões, não raro, estão relacionados ao ataque contínuo de uma conceser que, se removida a tempo, faz com que o câncer desapareça “milagrosamente”.
Arrastão Extrafísico: É uma ação de um grupo de consciências energívoras extrafísicas, mais ou menos lúcidas, com o objetivo de vampirizar as consciências intrafísicas nos ambientes de comemorações ou certos tipos de eventos em que se reúnem pessoas predispostas à condição da vitimização assediadora coletiva, através das energias conscienciais.[3]
Incubus e Sucubus: São consciências energívoras extrafísicas com gosto especial por energia sexual, travestindo-se com formas fisicamente sedutoras para mais facilmente, extrafisicamente aproximarem-se da consciência intrafísica projetada e drenarem suas energias durante um congressus subtilis(sexo extrafísico).
Autodefesa: A autodefesa eficaz contra a atuação de consciências energívoras, sejam intrafísicas ou extrafísicas, é a instalação do EV – Estado Vibracional – rotineiramente e, em especial, quando desconfiar-se da atuação dessas consciências. Na dimensão extrafísica, o projetor pode usar ainda a exteriorização direcionada de energias se confrontado por essas consciências e, em último caso, pode retornar ao corpo físico.
Assistência: A consciência energívora deve ser encarada não como algo maléfico em si, mas, antes de tudo, como um doente ou deficiente que precisa de tratamento para recuperar-se deixar essa condição, algo que, para muitas delas, somente ocorre com o retorno a vida intrafísica (ressoma ou reencarnação).
Energias gravitantes são as energias extrafísicas conscienciais estáticas existentes em torno de objetos, pedaços ou restos de objetos, de construções, pedaços ou restos de construções (ou os restos de ambos) e até mesmo em torno de consciências intrafísicas ou extrafísicas formando um campo que pode ser percebido por uma pessoa com parapsiquismo apurado.
São sinônimos de energias gravitantes: energias conscienciais (ECs) gravitantes, egrégrora, holopensene, forma holopensênica, rastro energético.
Em pessoas, as energias gravitantes encontram-se em seus campos energéticos pessoais (holosfera) e, quando essas pessoas permanecem muito tempo em um local, ficam impregnadas em paredes, tetos, no chão ou em objetos ali existentes, formando um campo ou forma holopensênica no local.
Bloqueios na região crânio-encefálica podem ocorrem devido as energias gravitantes produzidas pela própria pessoa e que podem ser, em certos casos, percebidas por alterações na coloração de sua aura energética.
Quanto mais tempo o local for ocupado e um determinado padrão de comportamentos, pensamentos, sentimentos e emoções repetirem-se ali, mais intenso, durável e perceptível será esse holopensene formado pelas energias gravitantes. O padrão das energias gravitantes de um local pode ser positivo, neutro ou negativo (mais comum). Por exemplo, um local onde existiu uma escola terá um padrão energético de energias gravitantes bem diferente de outro onde existiu uma prisão.
Locais com energias gravitantes negativas, moldadas com sentimentos e emoções ruins, acabam atraindo a presença de consciências extrafísicas doentias, assediadoras, que por sua vez contribuem para piorar o ambiente.
O motivo de locais com energias gravitantes negativas serem mais comuns está na estrutura pensênica (pensamentos+sentimentos+energia) patológica da humanidade terrestre: a lei do menor esforço, a competitividade, a agressividade, o belicismo, o predomínio dos instintos básicos, a sobrevivência muitas vezes a qualquer custo.
Dois exemplos de energias gravitantes negativas:
-Campos de concentração ainda existentes em várias partes do mundo como no leste da Europa.
-Velórios, onde as energias gravitantes produzidas por parentes e amigos da pessoa morta dificultam a sua libertação definitica do corpo físico que morreu.
Um exemplo de energias gravitantes neutras ou positivas são as lapides luminosas descritas por Waldo Vieira em uma projeção ocorrida em 1979, relatada em seu livro Projeções da Consciência. Essa lápides possuíam uma luminosidade perceptível a partir da dimensão extrafísica causada pelas energias gravitantes dos pensenes das pessoas que amavam as pessoas que foram enterradas naquele local intrafísico.
A instalação do EV – Estado Vibracional – pode ser dificultada pelo padrão de energias gravitantes do local.
Certos objetos podem produzir o mesmo efeito. Três exemplos:
-Uma coleção de armas
-Uma estatueta que foi usada em rituais de magia negra ou sacrifícios
-As cinzas de uma pessoa que, sabidamente, cometeu suicidio
Pessoas com o parapsiquismo treinado podem captar e discriminar com mais facilidade o padrão das energias gravitantes de um local.
A base das trilhas energéticas são os rastros de energias gravitantes deixadas pela pessoa, ou pessoas, no caminho percorrido habitualmente, apresentando efeitos acumulativos, ao modo de uma fôrma holopensênica longitudinal, extensa e larga.
Trilhas energéticas simples são formadas, por exemplo, pelas energias conscienciais gravitantes do caminho particular dos moradores no próprio quintal da residência. Trilhas energéticas compostas são as energias conscienciais gravitantes de um caminho em um parque público.
O mesmo ocorre extrafisicamente quando projetores veteranos empregam sistematicamente os mesmos trajetos durante suas experiências fora do corpo. Naturalmente, isso também deve ocorrer para as consciências extrafísicas.
As formas holopensênicas criadas em retrovidas de uma pessoa podem ser detectadas de forma consciente ou não quando essa pessoa retorna, na vida atual, a esse local. Nesse caso ela pode acoplar-se às energias gravitantes desses lugares e experimentar uma inexplicável sensação de pertença, arrebatamento ou mal estar, conforme aquilo o que tenha vivenciado ali.
Introdução
Vivemos numa realidade energética, o que a ciência já admite. A matéria pode ser convertida em energia e vice-versa. Além disso, a ciência tradicional admite que existem outras formas de energia, mais sutis, indetectáveis pela nossa instrumentação, mais facilmente percebidas pelas formas biológicas, em outras palavras, por nossos corpos.
Estamos imersos, portanto, em um uma espécie de oceano onde se interfundem diversos tipos de energias físicas (luz, calor, som) e extrafísicas oriundas do planeta (energias dos solos, das águas, do ar, da fauna e da flora) e de outras pessoas como nós (energias conscienciais). Essas energias podem ser, conforme o caso, positivas e agradáveis, negativas e danosas ou mesmo ser indiferentes para nós. Nosso organismo biológico possui meios de absorver, processar e exteriorizar todas essas formas de energias.
Em nosso dia a dia, naturalmente, absorvemos padrões de energias positivas, que nos fazem bem, assim como energias indesejáveis que por vezes acabam comprometendo nosso equilíbrio, acarretando em malestar, desânimo, irritação, dores de cabeça, mal estares dentre outros problemas que podem ser bem mais graves.
Em determinadas ocasiões, em nosso dia a dia, quando entramos em ambientes carregados, participamos de certas reuniões, discutimos com alguém, nos irritamos no trânsito, podemos, às vezes, sentir de imediato que ficamos com "algo" indesejado conosco. Às vezes também sentimos os sintomas acima descritos após um longo dia de trabalho estafante.
Se for possível nos liberarmos dessas energias, teremos uma saúde psíquica, emocional e física melhor. O EV – Estado Vibracional – é uma técnica de mobilização energética desenvolvida a partir de experimentos realizados nos anos 80 que pode proporcionar isso.
Quando uma pessoa passa por um EV, seu campo energético vibra numa frequência muito mais elevada e intensa o que promove a dissociação das energias mais densas, negativas e parasitárias que se encontram em alguma parte do seu corpo ou em sua periferia (em nossa aura pessoal).
O EV pode ocorrer quando recebemos uma forte descarga energética positiva feita por outra pessoa, quando sintonizamos um campo energético positivo e muito forte ou quando exteriorizamos muita energia. O EV também pode ser produzido pelo uso da vontade, por meio da circulação fechada de energias, dentro do corpo.
Essa técnica consiste em circular as suas próprias energias do alto da cabeça até a ponta dos pés, passando por todo o interior do corpo. Em seguida, desloca-se as energias da ponta dos pés até o alto da cabeça, novamente passando por dentro do corpo. Esse movimento circulatório vai sendo repetido sucessivamente e numa velocidade progressivamente maior até que, num dado momento, quando atingimos um ápice nessa movimentação, chegamos ao EV. Nesse momento, dependendo da pessoa, ela pode sentir: frio ou calor intenso, independentemente da temperatura ambiente; formigamento ou agulhadas indolores por todo o corpo; sensação de expansão do próprio corpo; dentre outras sensações.
Quando atingimos o EV, um estado de máxima vibração energética, todas as energias que nos são estranhas, parasitas, recentemente absorvidas do meio ambiente ou de outras pessoas, são eliminadas, pois, como elevamos, naquele momento, nosso padrão vibratório, as energias de baixo padrão acopladas ao nosso corpo tornam-se incompatíveis, sendo então eliminadas, diluídas e expelidas.
Pode-se fazer uma analogia ao que proporciona o EV numa pessoa com o efeito de um sacolejar numa flanela empoeirada.
A técnica do EV é conhecida há milênios, tendo sido praticada desde a antigüidade de forma empírica, ou seja, não havia um procedimento técnico como hoje para produzi-lo, muito menos estudos detalhados sobre os benefícios que ele pode proporcionar. Umas poucas obras orientais fazem referência a essa técnica. Em anos recentes, ela foi reinventada no Brasil, ou seja, passou a ser usada sem que se soubesse de sua existência no passado.
Benefícios do EV
Os benefícios do EV são muitos: melhoria da saúde psíquica, emocional e mental; melhoria do padrão energético pessoal, melhoria do ambiente energético ao nosso redor; liberação de energias nocivas; afastamento temporário de consciências extrafísicas doentias (assediadores, obsessores, etc); desacoplamento com campos energéticos que provocam acidentes (de qualquer tipo). Feito antes de dormir, pode levar a pessoa a ter uma projeção consciente (experiência fora do corpo).
Boas ocasiões para se praticar o EV: antes, durante e depois de uma reunião de trabalho; antes de uma entrevista para emprego; após um trabalho mediúnico; durante e após uma discussão; durante e após uma conversa difícil ao telefone; antes de concretizar um negócio ou fazer a compra de algo importante; durante situações de tensão, tais como assaltos, seqüestros, conflitos; quando debilitado por motivo de doença ou cirurgia; antes de dirigir seu automóvel, moto ou qualquer outro tipo de veículo; ao embarcar como passageiro em automóvel, ônibus, trem ou avião.
Emprego do EV
A título de exemplificação do seu alcance, relacionamos a seguir 10 casos onde o EV poderá ser empregado antes, durante e depois dos eventos:
(1) Ao realizar trabalho de assistência energética, por exemplo, ao ministrar passes em um centro espírita;
(2) Ao prestar assistência a pessoa sofrendo de enfermidade séria, física ou psíquica;
(3) Ao participar de uma reunião de trabalho;
(4) Ao assinar um documento importante, tal como os referentes à compra e venda de imóveis;
(5) Ao iniciar uma viagem, a passeio ou a trabalho;
(6) Durante situação de tensão, irritação ou perigo;
(7) Ao lidar com pessoa de trato difícil, pessoalmente ou ao telefone;
(8) Quando sua saúde física ou psíquica for afetada, seja por um simples resfriado, seja por algo mais grave;
(9) Ao sentir-se vítima de influência energética negativa advinda de consciências intrafísicas ou extrafísicas (assédio, obsessão) e
(10) Quando precisar se concentrar para realizar um trabalho intelectual ou redigir um documento importante.
Contraindicações
O EV não tem contraindicações e pode ser feito em qualquer local, a qualquer hora do dia, em qualquer posição (sentado, deitado e até caminhando). Recomenda-se, contudo, evitar praticá-lo quando dirigindo um veículo ou operando alguma máquina ou instrumento pois, ao nos concentrarmos em fazer a circulação da energias, podemos, por desatenção, sofrer ou provocar algum acidente.
Dificuldades Iniciais
A grande dificuldade para os iniciantes na prática do EV é que eles não sabem perceber as energias. Afinal, que energias são essas? São energias extrafísicas, bioenergias que impregnam nosso corpo, os corpos de todos os seres vivos. A ciência ainda não admite a existência dessa forma de energia, no entanto qualquer pessoa pode, facilmente, comprovar sua existência e atuação em diversas situações no dia a dia.
Se a pessoa não consegue perceber esse tipo de energia, com a prática do EV, com certeza ela vai aprender a fazer isso.
Desenvolvimento
Ao praticar-se o EV por anos e anos a fio, algumas vezes por dia, acaba-se por atingir um ponto em que se pode promovê-lo usando apenas a vontade, ou seja, torna-se dispensável a circulação fechada de energias. Basta desejar fazer o EV e ele acontece.
Em ambientes muito negativos, sob forte estresse ou pressão emocional, ou ainda quando estamos sob a influência energética de consciências doentias, sejam intrafísicas ou extrafísicas (assédio), é mais difícil, às vezes até mesmo impossível, produzir-se o EV.
Contudo, com o passar do tempo, o EV vai sendo obtido de forma cada vez mais fácil e rápida. Dando-se prosseguimento ao seu desenvolvimento, pode-se chegar ao ponto em que o EV pode ser produzido em qualquer lugar, em quaisquer circunstâncias. Nesse ponto, pode-se dizer que se domina a instalação do EV.Com o passar do tempo, o praticante do EV vai fazendo suas próprias descobertas acerca das manifestações energéticas. Por exemplo, quanto mais praticamos EV num determinado cômodo da casa ou dentro de nosso automóvel, veremos que será cada vez mais fácil obtê-lo ali.

O EV instalado
A Técnica
A seguir descrevemos em detalhes como proceder com a técnica. Pode ser que não se obtenha o EV logo na primeira tentativa. Na realidade, a maioria das pessoas somente consegue atingir o EV após praticar a técnica várias vezes. Com o passar do tempo, a tendência é que o EV seja atingido cada vez mais rapidamente e com menos esforço.
Para facilitar a obtenção do EV, é uma boa prática, nas primeiras vezes, otimizar as condições do exercício. Nesse sentido, procure um local tranqüilo, sem ruído elevado. Certifique-se de que, nos próximos minutos, você não será interrompido por outras pessoas ou pelo telefone.
Sente-se numa cadeira ou poltrona confortável. Posicione os braços junto ao corpo e as mãos sobre as pernas. Feche os olhos. Procure relaxar o corpo, se necessário, inspire e expire de forma suave e profunda de uma a três vezes.
Procedimento
(1) Concentre o foco da sua atenção no alto da cabeça. Permaneça com esse foco por alguns momentos nesse ponto. Isso fará com que suas energias se concentrem ali, mesmo que você não as sinta.
(2) Bem lentamente, desloque o foco da sua atenção de forma que ele desça pela cabeça até chegar ao pescoço; passando em seguida pelo tórax, abdome, quadris, cochas, joelhos, até chegar à ponta dos pés. Conforme for passando por cada parte do corpo, vá percebendo aquela parte em que o foco da sua atenção está passando.
(3) Uma vez que o foco da atenção esteja na ponta dos pés, desloque-o, bem lentamente, passando pelas pernas, joelhos, cochas, quadris, abdome, tórax, pescoço, até chegar novamente ao alto da cabeça.
(4) Uma vez que o foco da sua atenção chegue ao alto da cabeça, repita novamente o procedimento de descida e subida, bem lentamente.
(5) A partir da quarta repetição, comece a acelerar a velocidade da circulação do foco da atenção a cada repetição. Acelere cada vez mais.
(6) Acelere a velocidade da circulação até chegar à maior velocidade possível e mantenha nessa velocidade por alguns momentos. Quando achar que chegou à máxima velocidade possível, acelere mais um pouco... (isso é importante: temos que forçar um pouco).
(7) O EV é obtido quando se atinge a máxima velocidade possível. Após alguns momentos na velocidade máxima vá diminuindo a velocidade de circulação lentamente até parar por completo. Em seguida, mova-se lentamente até levantar-se.

A Circulação fechada passo a passo
Dicas
Durante a circulação evite sincronizar esse deslocamento do foco da atenção com a respiração, pois isso pode causar a aceleração dos batimentos cardíacos (taquicardia) que vai atrapalhar na obtenção do EV. Ocorrendo taquicardia, pare com a circulação e recomece-a quando os batimentos do coração voltarem ao normal.
A técnica pode ser feita estando-se deitado num divã, poltrona ou na cama.
Mesmo que não tenha percebido nada diferente, repita a técnica durante alguns dias. Se desejar, repita a técnica mais de uma vez por dia. Após um certo número de repetições da técnica, impossível de se determinar, pois varia de pessoa para pessoa, vai se percebendo que "alguma coisa" (as energias) vão se deslocando pelo corpo acompanhando o deslocar do foco da atenção, pois, aonde focalizamos nossa atenção, nossa energia se concentra. Algumas pessoas atingem o EV na primeira vez que aplicam a técnica. A maioria das pessoas obtém o EV após repetir a técnica umas 10 ou 15 vezes.
Os primeiros EVs podem ser muito intensos se comparados aos subsequentes. Isso pode ser explicado pelo fato de que as energias do corpo energético (perispírito, energossoma, holochacra, dentre outras denominações) da pessoa vão se sutilizando à medida que ela vai fazendo EV após EV.
Com o passar do tempo e da contínua aplicação da técnica, a tendência é obter o EV cada vez mais rapidamente e com mais facilidade. Efetivamente, um veterano na técnica pode obter um EV em apenas alguns segundos com um mínimo de concentração.
Algumas pessoas fazem diversas experiências consigo mesmas no sentido de acelerar a obtenção do EV; fazem EV dez, vinte ou mais vezes ao dia para observarem o que isso provoca, etc.
Finalmente, lembre-se de que nesse texto apresentamos apenas a “ponta do iceberg” sobre o assunto.